Apesar de ser botafoguense e me orgulho em dizer isso e ainda digo em semi-aposentadoria, vou escrever sobre meu eterno rival e pato histórico o FLAMENGO. especificamente de alguns jogadores que além de se destacarem dentro de campo, fazem questão de também ser assim fora dele, não pelo futebol e sim, mas por envolvimento em páginas policias..não que pelo que vejo eles estarem totalmente errado, mas, pela forma que essa midia trata a questão FAVELA e ASFALTO ainda neste iniciar de século XXI.
Episódio envolvendo diversos jogadores do Flamengo no mês passado na Favela da Chatuba e Rocinha virou manchete no Rio, Brasil e mundo, a namorada do jogador Adriano, num ataque de ciúme teria agredido verbalmente outros jogadores, atá danificados alguns automóveis. Além das falas desastrosas como a do goleiro Bruno na semana do dia Internacional da Mulher, outras se seguiram, tanto de jogadores, como da imprensa, que insistem em não querer respeitar a privacidade de jogadores..eles acham que jogador não têm vida privada, acredito que seja um erro de avaliação, tudo bem que são pessoas de vida chamada pública, contudo, não são homens públicos,que recebem do patrimônio público, por isso, acredito que há um erro neste sentido. Porém, o que mais me chamou atenção, era o termo forte FAVELA sempre empregado, falavam como se as chamadas comunidades de favelas não fossem locais que fazem parte deste contexto inverossímil chamado Brasil, e é ai que nossa preocupação reside, esse xenofobismo existente dentro do corpo, o fato desta comunidade serem vista como locais violentos, em nada justifica que pessoas que não são de lá oriunda não possa conviver com seus moradores, se eu não vivo numa comunidade, vou discriminar pessoas que vi nascer e crescer, e em muito casos serem marginalizado, acho que não, não existem lei que diz que eu não posso ir lá, ou ter amizade com um dito marginal, pois sabemos que aqueles que traficam na favela são apenas a ponto do cometa, o grosso está nos luxuosos APTOS da vida das zonas sul deste país, neste sentido, os jogadores não podem ser discriminados, nestes casos, eles são em sua maioria cria de locais como estes que estavam, meninos homens que emergiram socialmente pelo futebol, derepente, poderia ser um deles, felizmente não são, contudo, a mídia não pode colocar neles o ASFALTO DA DISCRIMINAÇÃO SOCIAL, o status social que eles hoje possuem não os fazem serem obrigatoriamente integrante desta elite mórbida brasileira, acredito que eles devem ser sim, parte de um Brasil comum, onde os cidadões se sintam cachorros viraltas de verdades, e não os de pedigri que a sociedade tentar nos impor. Wagner Love e Adriano do chamado Ímperio do Amor, continuem a frequentar as Chatubas e Rocinhas da Vidas, contudo, na hora de fazer gol, deixe que os loucos Abreus e Herreras da vida e Caios lhe ensinem..Viva e não tenham a vergonha de ser feliz,mesmo que seja numa favela... É CAMPEÃO !!!

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