

Passado a eleição podemos agora analisar de forma mas explícita o cenário desenhado pelos votos no país e qual foi à influência do presidente Luis Inácio Lula da Silva na construção deste quadro. Se levarmos em consideração que sua força política fica mais acentuada no Nordeste e nas Regiões Metropolitanas, ainda que as pesquisas demonstrem que ele hoje possui boa aceitação dentre camadas mais politizada da população, os resultados das urnas deixaram claro que esta influência não foi assim tão acentuada, pois novamente o Partido dos Trabalhadores não conseguiram conquistar estados com grande força política nacional, como São Paulo e Minas Gerais, e outros aliados , como Iris Resende em Goiás e Helio Costa em Minas Gerais não conseguiram se elegerem apesar do seu apoio e empenho pessoal e grandes investimentos federais feitos nestes estados.
Se levarmos em consideração apenas a eleição de sua sucessora a Sra. Dilma Roussef para o principal cargo da administração pública, poderíamos dizer que ele é o maior vencedor deste pleito, entretanto, para essa conquista, o presidente desrespeitou diversas leis eleitorais, e por isso, ele foi multado diversas vezes pelo Superior Tribunal Eleitoral, o que é preocupante, pois se a principal figura da república não respeita as leis eleitorais vigentes, ficará difícil exigir de um cidadão comum que as respeitem, sei que alguns poderão exclamar que a oposição sempre fez isso e aquilo, contudo, temos que analisar sem paixões, se o presidente Lula e o PT já não são os mesmos que moveram massas e corações no passado,inclusive o presidente chegou a declarar tempos atrás que o embate ideológico esquerda e direita era bobagem hoje em dia, parecer ser a maldição do Palácio do Planalto, todos que lá chegam esquecem do seu passado, o Lula foi neste sentido igualzinho os outros, mas não podemos apenas pela luta do poder, nos igualar a aqueles que sempre combatemos e denunciamos suas práticas abomináveis,e se continuarmos agindo como eles, sem dúvida quando nos dermos conta disso, não teremos nenhum exemplo a ser usado como referência para as futuras gerações, essa preocupação primária de todos nós.
No artigo anterior, descrevi a minha opinião sobre qual seria o legado desta administração, ouvindo hoje cedo à entrevista conjunta entre o presidente e a presidenta eleita, reafirmo minha convicção de que a humanização deste cargo será a meu ver o seu legado principal, caso outros venha existir, ao ouví-lo pela rádio percebíamos em suas palavras e de forma clara tons de brincadeiras com vários jornalistas, parecia ele uma pessoa comum na parta de um boteco tomando uma cerveja e brincando com amigos, inimaginável com governos passados e pelo que noto com o futuro também, entretanto, novamente terei que explicitar um ponto de sua fala que a meu ver não reflete a realidade, num dado momento, ele expôs que a oposição achava que o povo ainda era bobo, que acreditaria em promessas, disse ainda que este povo ao qual se referia, ela capaz de decidir com sua própria consciência seu destino, contraditório tudo isso, pois sabemos que este povo a quem o presidente se refere é o mesmo que elegeu a presidenta sem avaliá-la, acreditando apena na palavra do presidente que dizia ela seria a continuidade de seu governo, se lembra da propaganda na tevê, votar em Dilma é o mesmo que votar em mim, por isso, a fala do presidente por si só perde sua credibilidade.
Levado pela paixão é quase motivo de briga dizer a um petista ou cidadão por assim dizer comum, que a administração Lula em quase nada se diferenciou aos dois mandatos do Fernando Herinque Cardozo, basta só analisar que a política econômica é mesma, os programas sociais apenas mudaram de nome, tirando um ou outro programa nenhum é assim grandes novidades. Quanto à distribuição de renda, é verdade que através de políticas assistencialista e não assistências, via Bala Família esta administração se fez, há cidades em regiões pobres que não sobreviveriam sem ela, para aqueles que exaltam estas distribuições e a reconhecem como grande política desta administração, é importante avaliar de forma fria este contexto, pois estas famílias continuam sem um pilar de sustentação, se esta política assistencialista terminar, essa população assistida voltará à condição anterior. Com relação a programas com Minha Casa Minha Vida, sabemos que quase nada foi de fato construído das Um Milhão de casas, sem falar dos poucos investimentos feitos de fato em saneamento, grande entrave na vida da maioria da população metropolitana. Hoje assisto a ouço a presidenta falar em desenvolvimento econômico, alguém tem que lembrá-la, que nos dias atuais a sustentabilidade é vital para este desenvolvimento, e foi este preceito que levou a Sra. Marina Silva ser exonerada pelo presidente a pedido da Sra. Dilma.
Em fim, o futuro nos dirá se os anos Lula foram de fatos os melhores de todos dos tempos, como nosso povo é marcado pela pouca capacidade de lembrar das coisas que fizeram anos atrás, e sabendo também que poucos lêem livros de histórias, não sei qual será o instrumento que iremos usar para avaliar quem foi melhor, como aquela história, quem foi melhor, Pelé ou Maradona, como o presidente gosta de usar o futebol para descrever fatos políticos, e como sou botafoguense, digo que é nenhum e nem outro, garrincha sim foi o melhor, e que na política isso não seja assim tão importante, que aqueles que eleitos foram pra administrar nossos interesses faça apenas aquilo para qual assinaram um contrato como o povo através do voto recebido, nada para além disso.
Levado pela paixão é quase motivo de briga dizer a um petista ou cidadão por assim dizer comum, que a administração Lula em quase nada se diferenciou aos dois mandatos do Fernando Herinque Cardozo, basta só analisar que a política econômica é mesma, os programas sociais apenas mudaram de nome, tirando um ou outro programa nenhum é assim grandes novidades. Quanto à distribuição de renda, é verdade que através de políticas assistencialista e não assistências, via Bala Família esta administração se fez, há cidades em regiões pobres que não sobreviveriam sem ela, para aqueles que exaltam estas distribuições e a reconhecem como grande política desta administração, é importante avaliar de forma fria este contexto, pois estas famílias continuam sem um pilar de sustentação, se esta política assistencialista terminar, essa população assistida voltará à condição anterior. Com relação a programas com Minha Casa Minha Vida, sabemos que quase nada foi de fato construído das Um Milhão de casas, sem falar dos poucos investimentos feitos de fato em saneamento, grande entrave na vida da maioria da população metropolitana. Hoje assisto a ouço a presidenta falar em desenvolvimento econômico, alguém tem que lembrá-la, que nos dias atuais a sustentabilidade é vital para este desenvolvimento, e foi este preceito que levou a Sra. Marina Silva ser exonerada pelo presidente a pedido da Sra. Dilma.
Em fim, o futuro nos dirá se os anos Lula foram de fatos os melhores de todos dos tempos, como nosso povo é marcado pela pouca capacidade de lembrar das coisas que fizeram anos atrás, e sabendo também que poucos lêem livros de histórias, não sei qual será o instrumento que iremos usar para avaliar quem foi melhor, como aquela história, quem foi melhor, Pelé ou Maradona, como o presidente gosta de usar o futebol para descrever fatos políticos, e como sou botafoguense, digo que é nenhum e nem outro, garrincha sim foi o melhor, e que na política isso não seja assim tão importante, que aqueles que eleitos foram pra administrar nossos interesses faça apenas aquilo para qual assinaram um contrato como o povo através do voto recebido, nada para além disso.
Fala véio, tudo blz?
ResponderExcluirSó sei que, no meu limitado saber de cientista social, a tão decantada "distribuição de renda" de fato aconteceu na "era Lula"... Não como a gente achava que deveria acontecer, mas dentro da realidade politica, social, cultural e etc. do país existente em pouco mais de 300 anos (esqueça o lá de trás, rs)...
Feliz 2011!!