sábado, 24 de janeiro de 2009

O Brasil e a temporada de chuvas


O Brasil vem assistindo desde o ano passado uma série de evento climático que nos leva a uma reflexão sobre o processo ambiental do planeta e a falta de planejamento dos governantes brasileiros. A tragédia de Santa Catarina trouxe a todo nós uma procupação com relação as políticas que o governo federal e os estaduais e municipais estão desenvolvendo no campo do meio ambiente e saneamento, pois essa tragédia deixa claro que isso não é apenas fruto puro e simples da natureza, enxergamos nessa trágedia a falta de planejamento e ordenamento urbano, se pessoas constrói moradias onde se que deveria existir ocupações, isso é culpa dos governantes que não exercem sua função pública, por isso, não devemos achar que as pessoas que residem nestas áreas são as únicas culpadas pelo fato. O ministério público tem o dever de apurar e processar em nome da sociedade esses governantes que se omitem diantes dessas situações, se isso não for revisto nos próximo anos, assistiremos esse caos acontecerem novamente e o pior, vidas sendo ceifadas todas as vezes que as chuvas cairem sobre nós.
O acontecido no final do ano em Santa Catarina, norte sul flumenense do Estado do Rio de Janeiro e em Minas Gerais é também fruto da falta de uma política nacional de saneamento e habitação, o governo federal precisará levar a sério a construção dos planos municipais de saneamento e habitação, contudo para que os governos estaduais e municipais cumpra a lei e os elaborem, será necessário exiger isso como contra partida para recebimento de verbas e projeto do governo, não podemos encorrer novamente no erro de usar critério político para isso ser conseguido, pois se assim o for, assistiremos novamente governos municipais e estaduais não cumprindo a lei e não dando a infra-estrutura devida a esses precessos, como foi feito na elaboração dos planos diretores municipais em 2006.

Assim sendo, precisamos mobilizar à sociedade civil como um todo para esse enfrentamento ambiental e social, pois se assim não o fizermos, corremos o risco de deixarmos para as gerações futuras um país repleto de demandas que há muito deveria ter sido sanadas por nossos governantes, que esta luta se inicie agora, pois do jeito que está, já deveríamos ter começado ontem, pois o presente está seriamente comprometido.

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