
A eleição e posse de Barack Obama fez à mídia brasileira e acredito não ter sido diferente em outros lugares do mundo a passarem uma imagem de que ele por ser negro será diferentes de todos os demais presidentes que o antecedeu no pós guerra, digo pós guerra por reconhecer que é a partir desse momento que eles, à América, se tornaram o que são, contudo por ser militante do movimento negro apesar que também atuo nas questões ambientais e de reforma urbana, não acredito nesta possibilidade, pois se ele é negro e o é, não podemos esquecer que antes de tudo é americano, e é neste sentido que mora o perigo da decepção, pois ele foi eleito para defender os interesses dos americanos e sabemos bem que interesses são esses, não acredito que o novo presidente deixará de jogar bombas em casas alheias se o interesses americano assim o impulsionar, não acredito que nossa AMAZÔNIA, o nosso PRÉ-SAL, nosso AQUÍFERO GUARANI estarão longe da cobiça deles sendo ou não OBAMA presidente, assim sendo, devemos antes de tudo ter racionalidade antes da emoção, como afro-descendentes que somos, nos orgulhamos de ver um negro sair do gueto para a magistratura de uma nação, entretanto, o senhor OBAMA é americano antes de tudo volta a frisar e, nós como pertencentes a uma nação explorada há séculos devemos nos mantermos vigilantes diantes desse novo governo que se inicia no dia de hoje, espero que a cor do novo presidente do EUA não deixe ele se esquecer que é fruto de uma classe explorada e humilhada ao longo da história humana, e por isso não poderá humilhar e explorar, mesmo que sua ideologia política tente alterar essa realidade histórica, esse é o meu desejo, se será assim, só a história nos revelará um dia.
Obama nasceu em berço de ouro, nunca fez parte de gueto nenhum. Ele é culturalmente "branco", só foi eleito por isso e por ser tão capaz de explorar o resto do mundo quanto os outros presidentes brancos.
ResponderExcluirInclusive, no discurso de candidatura dele, certa vez, chegou a incluir que tinham terroristas no aquífero guarani. O que devemos pensar disso?